Nos dias de calor, vale a pena aproveitar a esplanada tranquila do Trama para descansar do rebuliço turístico da Baixa. Para terminar, o tiramisù ganha uma nova dimensão com a adição de miso, perfeito para saborear na companhia de um dos cocktails de assinatura da casa. Situado junto à Igreja de São Nicolau, o Trama é o novo projecto do chef Kelvin Muñoz (Grano). No piso inferior, a experiência prolonga-se pela noite dentro no Nox, um clube de dança dedicado à música electrónica. A cozinha é liderada pelo chef Ricardo Galves, que cruza a base gaulesa com influências e produtos portugueses. Criado pelos irmãos Santos e Ágata Trzaska, o projecto une uma peixaria de bairro a um espaço de petiscos frescos de Peniche.
A sua proposta assenta na valorização dos produtos endógenos e na apresentação de pratos que equilibram a tradição da gastronomia transmontana com um toque de modernidade, visando proporcionar uma experiência gastronómica de conforto e qualidade. Inaugurado em outubro de 2018, este estabelecimento ocupa um edifício histórico, oferecendo uma sala de refeições envidraçada com vistas privilegiadas sobre o movimento da cidade.
Lídia Brás é uma mulher de garra e uma chef de mão cheia. Tal como o Fava Tonka, o chef David Jesus também decidiu abrir ali o seu Seiva, onde mostra que existe muita versatilidade no reino vegetal (e também nos cogumelos e algas). Mas nem todos os sítios se preocupam também com o ambiente, o serviço e a selecção dos vinhos quanto Rogério Sá, proprietário e chef de cozinha deste restaurante entre o Bonfim e as Fontaínhas.
Um atendimento rápido e eficiente, mesmo em momentos de maior afluência, é uma mais-valia que solidifica a reputação do restaurante como um local de paragem obrigatória para quem visita a cidade e procura refeições deliciosas num ambiente cuidado. Os funcionários demonstram estar bem informados e dispostos a ajudar, sempre com um sorriso, o que enriquece significativamente a experiência do cliente. Esta combinação de conforto e estética contribui para a atmosfera que muitos clientes descrevem como magnífica e aconchegante. Com um horário de funcionamento alargado, que cobre almoços e jantares todos os dias da semana, o Tribuna atrai tanto locais como visitantes que procuram onde comer em Bragança.
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Em causa está um espaço com 85 lugares sentados, um balcão com 360 graus com mais de 15 referências de cerveja internacional 'premium', 16 televisões com projeção de jogos nacionais e internacionais '’all day long’ e ainda ‘spot’ para a prática de boxe. Contudo, os potenciais clientes devem estar cientes das possíveis falhas no serviço, que pode ser lento em horas de ponta, e do desconforto que podem sentir em dias quentes devido à climatização deficiente. Embora seja descrito como um espaço tradicional, um problema recorrente mencionado por vários clientes é a climatização, ou a falta dela. No entanto, em contraponto, surgem críticas significativas sobre a organização e a lentidão do serviço, especialmente em dias de maior afluência. Serviço de excelência num espaço excelente e relações humanas que nos fazem sentir em casa. Desde as entradas até à sobremesa degustamos uma refeição maravilhosa!
Na região sul de Matosinhos está aquele que poderíamos chamar de quadrilátero das marisqueiras, dada a quantidade de casas do ramo abertas uma ao lado da outra. Um casal formado por uma franco-portuguesa e um francês, que se conheceram entre as cozinhas sofisticadas de restaurantes de Paris estrelados, resolve abrir um restaurante no Porto. Depois destes, peça a “Santíssima Trindade”, como costumam chamar na brincadeira aos khachapuri, pães recheados com queijo; aos khinkali, uma espécie de dumplings; e aos khorovats, pedaços de carne de porco, borrego, frango grelhados. A comida é inventiva, mas sem pretensão, a carta de vinhos é concisa, mas satisfatória, e o serviço tem o toque de se estar na casa de alguém querido. Depois deste primeiro espaço em Matosinhos, aberto em 2018, seguiu-se um outro no Porto, em Cedofeita, e, mais recentemente, no Time Out Market, na Ala Sul da Estação de São Bento. E é pela sua extensão que estão grande parte dos restaurantes da cidade que grelham robalos, douradas e linguados em grelhas montadas na rua para atender os clientes.
Mantém a sua alma castiça, nos finos e petiscos servidos no balcão de inox, mas sobretudo no cardápio, que insiste em apresentar clássicos como o fígado de cebolada, o escabeche de bacalhau frito e as saborosas sandes de rojão. Dezenas de pernas de presunto penduradas no tecto são combustíveis para as recheadas sandes que deram fama à casa. Em plena rua do Heroísmo, em frente à esquadra da polícia, o Xico é uma tasca (ou tasco, como dizem carinhosamente os portuenses) para picar e beber, de preferência em pé ao balcão. Entrar numa casa de frente para a praia de Leça da Palmeira, desenhada pelo vencedor do Prémio Pritzker de Arquitectura Álvaro Siza, já seria motivo suficiente para marcar uma mesa na Casa de Chá da Boa Nova. O Cafeína de Vasco Mourão, instalado numa bonita casa do início do século XX, é um dos melhores restaurantes da cidade, mesmo depois de 30 anos de vida, que só serviram para reforçar a qualidade do mesmo.
Indique o seu endereço de email para subscrever este site e receber notificações de novos artigos por email. Nomenclaturas à parte, o que importa é saber que estes menus costumam ser opções mais amigas da carteira e, por vezes, a maneira mais económica de conhecer um restaurante. Há quem lhes chame menus executivos e há quem opte pelo velhinho menu de almoço, quase sempre disponível nos dias úteis. Thalles Boniatti é o anfitrião e prefere a versão mais pura da cozinha japonesa, sem excesso de sal, açúcar, molhos ou fusão.
- Para ambos está prevista a harmonização, a partir de uma carta de vinhos cuidada e que foi sempre um dos cartões de visita da casa.
- A casa é decorada no estilo boteco, com algumas mesas ao ar livre, porção de amendoins sortidos e cardápio típico.
- Nas entradas prove as vieiras com cogumelos selvagens e sabayon trufado (19€) ou o tártaro de atum com lima, gengibre e molho de sésamo (16€).
Com o tempo, porém, evoluíram – sobretudo na qualidade dos produtos – e voltaram a aparecer nas nossas mesas, e ainda bem. No Porto cabe um mundo, reflexo de uma cidade historicamente cosmopolita e cada vez mais receptiva. Peixe fresco do dia com arroz do Mondego, coentros e mexilhão ou frango “à Bairrada” com castanha, cogumelos e maçã verde são algumas das criações da jovem chef que poderá experimentar por aqui. Pratos memoráveis e carregados de sabor, com raízes portuguesas e influências do mundo. O ambiente é acolhedor, o https://tribunasportsbar.pt/ serviço é simpático e os vinhos da carta casam bem com os pratos, dos dourados e sequinhos bolinhos de bacalhau ao melhor quindim de toda a vizinhança.
O restaurante deu à cidade de Bragança, um espaço que, de forma ousada, sabe misturar sabores locais com técnicas modernas, fazendo sempre prevalecer o produto e a região. No coração do centro histórico de Bragança, foi idealizado um espaço de refeição e convívio, diferenciador e carismático. Lugar agradável e espaçoso, atendimento muito bom, bem servido, carne saborosa, preços dos pratos 10 a 14 euros Comi um rodeão que estava delicioso e a sobremesa…um final feliz para uma bela refeição 😊👏👏👏👍👍👍